Alergias respiratórias pedem cuidado redobrado no inverno

Exames de laboratório ajudam a detectar alergias

Alergias respiratórias pedem cuidado redobrado no inverno

    O inverno chegou trazendo com ele o aumento dos casos de alergias respiratórias. Com os dias mais frios - e a continuidade do distanciamento social provocado pela pandemia de coronavírus -, aqueles que podem, tendem a ficar dentro de casa com portas e janelas fechadas para evitar a entrada do ar gelado. 


Asma e rinite

    No topo da lista das alergias do inverno estão a asma e a rinite. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia indicam que a asma afeta entre 10% e 20% da população brasileira, conforme a região. Ela é responsável por aproximadamente 400 mil internações/ano e cerca de 2,5 mil óbitos. 

    As principais características da asma são dificuldade de respirar, tosse seca, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida. Os sintomas pioram à noite e nas primeiras horas da manhã ou em resposta à prática de exercícios físicos, à exposição a alérgenos, à poluição ambiental e a mudanças climáticas. Embora não tenha cura, com tratamento adequado os sintomas podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo. Por isso é fundamental fazer acompanhamento médico correto e constante. A maioria das pessoas com asma pode levar uma vida absolutamente normal. Para um diagnóstico adequado ou seguro, o ideal é procurar um profissional de saúde assim que sentir qualquer desconforto. 

    Já a rinite é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal. Os casos mais graves são, em sua maioria, causados por vírus. Já os casos crônicos ou recorrentes são geralmente determinados pela rinite alérgica, induzida pela exposição aos ácaros da poeira domiciliar, barata, fungos, epitélio, urina e saliva de animais (cão e gato). Os principais irritantes são a fumaça do cigarro e alguns ingredientes utilizados em produtos de limpeza e construção. Conforme a Organização Pan-Americana de Saúde, Opas, acomete cerca de 20% a 25% da população em geral e, embora, apresente sintomas de menor gravidade, está entre as dez razões mais frequentes de atendimento primário à saúde.


Exames de laboratório ajudam 

    Os sintomas da asma e da rinite melhoram quando se leva a sério o tratamento, reforça o Ministério da Saúde. Nas alergias respiratórias, as nebulizações com substâncias que dilatam os brônquios costumam ser recomendadas pelo médico. 

    Além do diagnóstico clínico, exames laboratoriais ajudam a detectar as alergias. A responsável pelo Laboratório de Análises Clínicas do Hospital de Caridade, bioquímica Daniele Sabi, explica que o HC oferece todos os exames sanguíneos, conforme prescrição médica. Para mais informações (54) 99162-7425 (Whatsapp), 3520 8440 ou pelo email laboratorio@hce.com.br.

 

Prevenção

    A melhor forma de prevenir as crises é evitar o contato com a causa do problema. Se a alergia envolve ácaros, deve-se ter um controle mais rigoroso do ambiente. Ações simples, como manter sempre o ambiente limpo, evitar acúmulo de poeira, não fumar, beber bastante água e se alimentar de forma saudável também são fundamentais para viver bem.

    Outra dica importante é tomar sol, pois a vitamina D está relacionada ao cuidado de uma série de doenças. Manter-se bem agasalhado durante o frio e evitar cheiros fortes ajudam a prevenir crises alérgicas. Na dúvida, consulte sempre um especialista.


Saiba mais

# Os alérgicos - grupo mais atingido durante o inverno, graças a crises decorrentes da gripe e infecções de vias aéreas superiores - representam cerca de 30% da população.



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